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O que acontece quando andamos com Deus

Nas escrituras proféticas de Amós 3:3-7, lemos acerca do clamor ou do peso do coração de Deus.

Fide et Ratio

O artigo aborda os princípios bíblicos e teológicos envolvidos na unção espiritual.

Dois níveis de Ministério

Mensagem do Pr. Kennedy Fábio sobre a importãncia de sabermos esperar em Deus.
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Confissão de Fé

a) Cremos que só há um Deus verdadeiro, um em essência, Trino em Pessoas, Pai, Filho e Espírito Santo (Jo 15.26; Mt 28.19).

b) Sagradas Escrituras, a saber o Antigo e Novo Testamento que são plenamente inspirados pelo Espírito Santo de Deus e constituem nossa única regra de fé e conduta (2 Tm 3.16; 2 Pe 1.21).

c) Jesus Cristo, o Filho, co-eterno com o Pai e o Espírito, que tomou a forma de homem no seio virginal de Maria, concebido do Espírito Santo, sem pecado original viveu livre de pecado, e se entregou à morte de cruz por nossa salvação; ressuscitou, ascendeu, e se sentou à destra do Pai, onde está intercedendo por nós como nosso único (Mt 1.21; Lc 1.35; Ef 1.7; Rm 4.25; Hb 7.25; Tt 2.13; 1 Co 15.25-28).

d) No iminente regresso de Cristo a reinar com Sua Igreja (At 1.11; 1 Ts 4.15-17).

e) No Espírito Santo, que convence o mundo de pecado, e opera o arrependimento e a regeneração nos crentes em Cristo, dando-lhes o poder para viver vitoriosamente (Jo 16.8-11; Rm 8.2).

f) Na personalidade de Satanás, chamado o Diabo, e seu presente controle sobre a humanidade não crente em Cristo, e sua obra maligna contra a Igreja (2 Co 4.4; 1 Pe 5.8).

g) Na salvação da alma, que se obtém unicamente pela fé em Jesus Cristo, não por obras, posto que estas são o resultado da salvação e não a causa dela (Ef 2.4-10).

h) Na Igreja verdadeira, o corpo de Cristo, que está formada por todos aqueles que confiam em Cristo como Salvador e têm sido regenerados pela obra do Espírito Santo (Ef 1.23; 2.22; 1 Co 2.13).

i) Na imortalidade da alma e seu estado consciente depois da morte (Lc 16.19-31).

j) Na ressurreição do corpo glorificado dos crentes em Cristo, para a felicidade eterna com Ele; e na ressurreição corporal dos que nesta vida tem rejeitado a Cristo, para tormento eterno (Ap 20.4-6; Jo 5.27-29).

k) No dever de todo cristão verdadeiro de anunciar aos outros o Evangelho e procurar conduzi-los à experiência da salvação em Cristo Jesus e no desenvolvimento da vida cristã (Mt 28.19,20).

l) No Batismo com Espírito Santo como bênção distinta do novo nascimento e na operação dos Dons Espirituais (At 1.8; 1 Co caps. 12 e 14).

m) O Batismo com Espírito Santo tem as línguas estranhas como sua evidência. A mesma evidência continuaram a acompanhar todos os que recebiam o Batismo com o Espírito Santo: Todos falaram em línguas (At 2.4; 19.6); todos falaram em línguas na casa de Cornélio (At 10.45,46).

n) O falar em línguas não é somente uma evidência, é também uma bênção (1 Co 14.17).

o) Na manutenção da obra de Deus e no sustento de obreiros, por meio de nossos dízimos e ofertas (2 Co caps. 8 e 9; At 4.34,35; 1 Co 16.1-3; Ml 3.6-12).

p) No Princípio de Autoridade delegada por Deus, a homens que ele constituiu como Seus representantes na Igreja, e aos quais devemos honrar, respeitar e nos submetermos, de acordo com as Sagradas Escrituras (Rm 13.7; Hb 1.3; Is 14.12-14; Mt 6.13; 26.62-64).

q) No princípio de que Deus nos constituiu para o louvor da Sua Glória e Majestade, no louvor e adoração profética, na espontaneidade e alegria do Espírito Santo, seja com palmas, danças e expressões de louvor (Is 6.2; Sl 28.2; 63.5; 119.48; 134.2; 141.2; 47.1; 150; 95.6; Fp 3.3; Ef 5.18,19; Cl 3.16).

r) No poder de Deus para curar os enfermos conforme a obra de Jesus Cristo no calvário, na libertação dos oprimidos do Diabo, e no poder do nome de Jesus Cristo no que tange a cura e libertação (Mc 16.17.18; Is 53.4,5).

s) Na cooperação entre Deus e o homem na preservação da salvação; no exercício do livre-arbítrio, na preservação de Deus e na perseverança do homem em orar e vigiar, como o meio pelo qual ele terá a manutenção da sua salvação. Portanto, cremos que aquele que permanecer firme nos caminhos do Senhor será salvo (Jo 1.29; 12.32; 14.1-6; Ef 2.1,2; 1.4,5; Jo 3.16; Rm 2.11; 8.29,30; Tg 4.8; 1 Tm 2.4; Tt 2.11; Mc 16.16; Ap 22.17).

t) Na manifestação da graça e justiça de Deus como meio de salvação e santificação pessoal e não na prática de usos e costumes e legalismo como meios de santificação pessoal (Rm 3.20; 5.9; 8.1,33-37; At 13.38,39; 1 Co 6.11; Hc 2.4; Gl 3.10,24).